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		<title>A M&#205;DIA E O PODER</title>
		<link>http://amidiaeopoder.blog.terra.com.br</link>
		<description>ESTE BLOG ABORDAR&#193; ASSUNTOS SOBRE M&#205;DIA E PODER, SEMPRE RELACIONADOS A TEMAS DISCUTIDOS NAS AULAS DO PROF. DIMAS - CURSO DE P&#211;S GRADUA&#199;&#195;O DA FACULDADE C&#193;SPER L&#205;BERO.</description>
		<language>pt-BR</language>
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		<category>Escolas e Faculdades</category>
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			<title>Todo carnaval tem seu fim...</title>
			<link>http://amidiaeopoder.blog.terra.com.br/todo_carnaval_tem_seu_fim</link>
			<pubDate>28.07.08</pubDate>
			
			<description>Ufa, acho que sou o &#250;nico da sala que nesse semestre completa as 6 disciplinas cursadas, foram 5 semestres de puro aprendizado, passando por arte, semi&#243;tica, globaliza&#231;&#227;o, did&#225;tica e pr&#225;tica do ensino superior e por fim, a m&#237;dia e o poder. Ainda falta a monografia, acho que at&#233; o final do ano eu pego este bendito diploma. RS Como tarefa final da mat&#233;ria, tentarei resumir o curso em algumas frases citadas pelo professor durantes as aulas. 1 &#8211; A m&#237;dia &#233; meio e o poder &#233; multifacetado. 2 &#8211; Existir n&#227;o &#233; l&#243;gico. 3 &#8211; A vida Transborda o conceito. 4 &#8211; Fora do mercado n&#227;o h&#225; salva&#231;&#227;o. 5 &#8211; A sociedade moderna, como l&#237;quidos, se caracterizam por uma incapacidade de manter a forma. 6 &#8211; A comunica&#231;&#227;o entra em uma nova era, n&#227;o mais p&#243;s-moderna, talvez l&#237;quida. 7 &#8211; A vida se torna Virtual. 8 &#8211; O organizador pol&#237;tico &#233; a m&#237;dia. 9 &#8211; Consumo, logo existo. 10 &#8211; A publicidade &#233; um cad&#225;ver que nos sorri. 11 &#8211; A publicidade n&#227;o vende felicidade. 12 &#8211; O mercado tem mais palavra do que o Estado. Essas foram as frases que mais me marcaram durante o curso, com certeza guardarei todas elas e seus significados para a continua&#231;&#227;o dos meus estudos. Obrigado Prof. Dimas. </description>
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			<title>consumo, logo, existo!</title>
			<link>http://amidiaeopoder.blog.terra.com.br/consumo_logo_existo</link>
			<pubDate>09.06.08</pubDate>
			
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Abaixo um texto muito interessante sobre o consumismo analisado por uma psic&#243;loga. Em um trecho ela resume bem o que foi dito na ultima aula (06/06/2008): &#34;Podemos consumir e estar presentes ou podemos sumir dissolvidos na id&#233;ia que nos consome.&#34; ou seja: Somos consumidores ou somos consumidos?
A&#160;histeria deu in&#237;cio aos estudos da psican&#225;lise e denunciava o inconsciente reprimido da &#233;poca. O adoecer, depois, passou a ser representado pelo alcoolismo, mais tarde pelos assassinatos em s&#233;rie, depois pela esquizofrenia e pelo narcisismo, chegando aos anos 70 com o slogan &#8220;Paz e Amor&#8221;, tempo das experi&#234;ncias com as drogas e o amor livre. Hoje nossa cultura sente-se representada pelos transtornos do humor, fobias, depress&#245;es, p&#226;nico, anorexia, bulimia, compuls&#245;es de toda ordem. Estamos subdivididos em desejos e sofrimentos, buscando na realidade externa a completude para nossas ang&#250;stias, assaltados por nosso pr&#243;prio inconsciente, vivendo em ansiedade permanente. Neste cen&#225;rio de dor e afli&#231;&#227;o os especialistas do mercado de consumo se organizam para nos separar em finas c&#233;lulas. Conectados &#224;s nossas feridas narc&#237;sicas criam ilus&#245;es e promessas de completude. Passamos a existir v&#237;timas deste movimento que n&#227;o cessa. N&#227;o optamos, mas caminhamos hipnotizados para o fatiamento, iludidos com o para&#237;so, com o grande encontro. Caminhamos em dire&#231;&#227;o ao menos crendo que ele seja o mais. Nesta realidade n&#227;o consumimos objetos e servi&#231;os, mas id&#233;ias de ambos. Sua qualidade e real utilidade permanecem fora de foco. Nosso olhar concentra-se na ilus&#227;o que a posse do objeto nos garante. Passamos a buscar perfei&#231;&#227;o, ou melhor, a id&#233;ia de perfei&#231;&#227;o e os nossos movimentos ficam condicionados &#224; perspectiva do outro. Somos ent&#227;o n&#227;o mais unidade, mas fatias do consumo. Subdivididos em r&#225;pidos al&#237;vios e intensas ansiedades. Mas, se tudo o que vivemos interiormente se materializa externamente, se tudo o que &#233; inconsciente &#233; projetado, ent&#227;o as facas que nos atacam tamb&#233;m nos pertencem. O mercado, esse fatiador, na realidade nos serve, atendendo com muita compet&#234;ncia nossas necessidades. Somos assim, ao mesmo tempo fatias e fatiador. Os m&#250;ltiplos deuses a quem adoramos e nos oferecemos em sacrif&#237;cio se alimentam de nossos m&#250;ltiplos desejos. Sob essa perspectiva vamos encontrar o inconsciente no shopping center, nas campanhas publicit&#225;rias, na m&#237;dia. &#8220;Shop Tudo&#8221;: esse &#233; o lugar que recebe nossas proje&#231;&#245;es. Esse espa&#231;o habilmente composto de imagens tentadoras, onde sucumbimos em fantasias de poder e de perfei&#231;&#227;o, em compuls&#245;es, em investimentos megaloman&#237;acos, em adi&#231;&#245;es e dist&#250;rbios alimentares. Facas precisas nos subdividindo em desejos pulsantes. A psique reage a tudo isto nos deprimindo, cultivando doen&#231;as que nos incomodam, que nos movem para outras regi&#245;es onde, ent&#227;o, possamos ser sujeitos e n&#227;o objetos. As medica&#231;&#245;es comprovadamente n&#227;o funcionam sem um olhar para o espa&#231;o profundo de nossas almas. Acabamos exaustos, procurando uma possibilidade de reflex&#227;o que nos devolva &#224; nossa pr&#243;pria ess&#234;ncia. Na tentativa de buscar um relacionamento com esses objetos cortantes, executores da nossa vontade, encontro no oriente, nas lutas marciais, nas defesas contra facas, adagas e espadas o Ma Ai o espa&#231;o da integridade do indiv&#237;duo, o que mede a necessidade de resposta. Ma Ai &#233; praticado em todas as artes orientais. &#201; uma refer&#234;ncia para qualquer ataque, armado ou desarmado. Ma Ai &#233; a no&#231;&#227;o de dist&#226;ncia, a capacidade de se situar perante um ataque de modo a obter a melhor rea&#231;&#227;o defensiva. A compreens&#227;o do Ma Ai vai al&#233;m de simplesmente distanciar-se, nos ensina a tratar o advers&#225;rio como um honrado visitante, n&#227;o permitindo o cont&#225;gio, mas abrindo um espa&#231;o para o relacionamento. Poder reconhecer a for&#231;a do mercado de consumo sobre nossa vontade, poder acolher suas tentativas de invas&#227;o em nosso inconsciente nos encaminha para outra perspectiva, a reflex&#227;o. Constru&#237;mos assim um espa&#231;o de relacionamento que nos permite uma rela&#231;&#227;o n&#227;o mais imediata com os eventos e que, portanto, determina as diferen&#231;as entre n&#243;s e o que nos acontece. Entre o agente e a a&#231;&#227;o existe o momento reflexivo que impede as compuls&#245;es e promove a consci&#234;ncia. Poder dialogar com as id&#233;ias que sustentam nossos complexos nos liberta. Dentro da realidade atual o consumidor fatiado, vive a ilus&#227;o de atuar com liberdade diante de suas escolhas, mas &#233; o desconhecimento de suas pr&#243;prias id&#233;ias perante os objetos de desejo que cobre seus olhos com os v&#233;us de Maia, a ilus&#227;o. Podemos consumir e estar presentes ou podemos sumir dissolvidos na id&#233;ia que nos consome. Podemos optar por uma rela&#231;&#227;o prazerosa com o mercado e com tudo o que ele nos oferece na medida em que nos recusamos a uma rela&#231;&#227;o compulsiva e inconsciente. Isso &#233; Liberdade. _____________________________________________________________________________ Lunalva Fi&#250;za Chagas &#233; psic&#243;loga, integrante do IPAC (Instituto de Psicologia Anal&#237;tica de Campinas), filiado &#224; AJB (Associa&#231;&#227;o Junguiana do Brasil) e ao IAAP (International Association for Analytical Psychology), Su&#237;&#231;a. </description>
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			<title>o sensacionalismo midi&#225;tico</title>
			<link>http://amidiaeopoder.blog.terra.com.br/o_sensacionalismo_midiatico</link>
			<pubDate>18.04.08</pubDate>
			
			<description>O caf&#233; da manh&#227; na padaria j&#225; sinaliza que o dia ser&#225; diferente: - Esse pai n&#227;o tem nada na cabe&#231;a - comenta uma mulher, saco de p&#227;es na m&#227;o. O pai, no caso, &#233; Alexandre Nardoni, suspeito de ter matado a pr&#243;pria filha, Isabella, de 5 anos - atirada do 6&#186; andar de seu apartamento na zona norte de S&#227;o Paulo. Nesta sexta-feira, 18, Alexandre e Anna Carolina Jatob&#225;, mulher de Nardoni e madrasta da v&#237;tima, prestam depoimento sobre o caso no 9&#186; Distrito Policial do Carandiru, tamb&#233;m na zona norte da capital paulista. Em frente &#224; delegacia, uma manada de rep&#243;rteres, cinegrafistas e produtores &#224; cata de informa&#231;&#245;es. S&#227;o mais de 30 carros de reportagem; estima-se mais de 100 profissionais em a&#231;&#227;o. C&#226;meras, gravadores e microfones em punho, trocam id&#233;ias entre si enquanto esperam, pacientemente, pela chegada do casal. &#34;Parece um show&#34;, critica a cabeleireira Jerry, dona de um sal&#227;o em frente ao distrito e que vem sendo utilizado pela imprensa para a captura de imagens no local. Na assist&#234;ncia, quatro helic&#243;pteros sobrevoam a &#225;rea em busca do melhor &#226;ngulo. Jerry cobrou aproximadamente R$ 500 de cada uma das equipes instaladas na varanda do estabelecimento. &#34;&#201;, foi por a&#237;&#34;, desconversa sobre o valor, rindo. Estavam presentes Gazeta, Band, Globo, Record e Grupo Estado. - Assim d&#225; pra tirar um pouco do preju&#237;zo; o movimento caiu uns 80% desde que come&#231;ou essa coisa toda aqui - lamenta. O sal&#227;o est&#225; fechado &#224; clientela. Observa&#231;&#245;es midi&#225;ticas Os rep&#243;rteres est&#227;o separados da multid&#227;o por uma faixa de seguran&#231;a. Disp&#245;em de uma tenda com &#225;gua mineral &#224; vontade. Tamb&#233;m na casa dos tr&#234;s d&#237;gitos, populares observam atentamente a movimenta&#231;&#227;o dos jornalistas. Enquanto isso, comentam a morte da menina Isabella: - Tem que matar tudo esses p... - diz um deles. - S&#243; vim aqui pra ver a movimenta&#231;&#227;o e a cara da desgra&#231;ada - conta uma mulher para as c&#226;meras do SBT. - Se eu pudesse, dava um soco no meio da fu&#231;a dela - brada, em refer&#234;ncia a Anna Carolina Jatob&#225;. Cabelos vermelhos, rugas que denunciam seus quase 50 anos e bolsa em m&#227;os, dona M&#225;rcia faz um paralelo para justificar sua indigna&#231;&#227;o: - Teve aquela mo&#231;a que ficou sei l&#225; quanto tempo presa por causa (do roubo) de uma margarina. S&#243; porque &#233; rico, o casal t&#225; emba&#231;ando; se fosse pobre, j&#225; tava fedendo na cadeia - critica. - Se eu n&#227;o sair na TV, vou desligar tudo essas c&#226;mera a&#237; - amea&#231;a outro, para em seguida fazer uma observa&#231;&#227;o midi&#225;tica do caso: - D&#225; um Ibope do caramba... &#193;gua e chap&#233;u Jo&#227;o e Chico vendem chap&#233;us e cintos em frente ao DP por R$ 15 cada. Os chap&#233;us s&#227;o de lona, os cintos de couro. Ele n&#227;o contava, no entanto, com a avareza da classe jornal&#237;stica. &#34;N&#227;o vendeu nada&#34;, resigna-se Jo&#227;o. - Olha a &#225;gua, &#225;gua, &#225;gua! &#193;gua &#233; R$ 1,50 e refrigerante &#233; R$ 2, olha a &#225;gua, &#225;gua, &#225;gua - grita outro vendedor. Uma rep&#243;rter da RedeTV! pede uma entrevista. Ele se nega. - Fala pra gente vai, a gente n&#227;o t&#225; aqui pra acusar ningu&#233;m - insiste a jornalista, enquanto outro colega, desanimado, reclama. - Que que eu t&#244; fazendo aqui? Confus&#227;o S&#227;o 10h30, hor&#225;rio marcado para o depoimento de Alexandre e Anna Carolina. Apesar do excesso de gente, reina a mais absoluta tranq&#252;ilidade e cordialidade em frente &#224; delegacia. Transmitindo ao vivo, um radialista contesta: - Muita confus&#227;o aqui no distrito... Com quase meia hora de atraso - provocado pela confus&#227;o na sa&#237;da da casa de Antonio Nardoni, pai de Alexandre -, o casal enfim chega para prestar depoimento. Cadeiras e escadinhas a postos, cinegrafistas e fot&#243;grafos enfileiram-se &#224; grade de ferro que os separa do distrito. Alguns colegas os acompanham das janelas e telhados nas resid&#234;ncias e pr&#233;dios vizinhos. A multid&#227;o, cat&#225;rtica, grita: - Assassino! Assassino! Assassino! - H&#225; um grande clamor popular - narra o radialista. Depois, lamenta: - Infelizmente, parece que a popula&#231;&#227;o j&#225; fez seu julgamento. O depoimento come&#231;a. Mas o dia n&#227;o acabar&#225; cedo para a maioria dos profissionais de imprensa que ali est&#227;o. &#34;Voc&#234; t&#225; armado de guarda-chuva a&#237;?&#34;, pergunta uma produtora ao telefone. - &#201; porque esse sol &#233; de chuva, viu. Escrito por: Terra Magazine 
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&#201; incr&#237;vel a cobertura da m&#237;dia neste caso. Os pontos de audi&#234;ncia dos programas jornal&#237;sticos aumentaram 40%, a m&#237;dia est&#225; cada vez mais apelativa e sensacionalista.&#160;
O povo gosta e participa desta novela, todos est&#227;o comovidos. Ninguem ainda sabe o que realmente aconteceu, e ser&#225; que vamos saber? &#201; sangue pra l&#225;, &#233; sangue pra c&#225;, &#233; porta arrombada, porta destrancada, &#233; mais sangue na fralda, &#233; o irm&#227;o que viu tudo, &#233; o vizinho que escutou e o porteiro que n&#227;o viu nada, &#233; tanta coisa que a popula&#231;&#227;o gosta cada vez mais.
Essa novela n&#227;o ter&#225; um fim t&#227;o cedo, foi assim com o caso da atriz&#160;Daniela Peres, a louca da Suzane Von Richthofen que matou os pais, o assassinato da Jornalista Sandra Gomide, enfim, este caso da coitada da Isabella, &#233; apenas mais uma novela apresentada pelos ve&#237;culos de comunica&#231;&#227;o. Pense no estere&#243;tipo de todas essas pessoas, pense bem e tente chegar em alguma conclus&#227;o, afinal, quem matou Odete Roithman?Por Leandro Breda, indignado!</description>
			</item>
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			<title>Brave New World</title>
			<link>http://amidiaeopoder.blog.terra.com.br/brave_new_world</link>
			<pubDate>27.03.08</pubDate>
			
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Admir&#225;vel Mundo Novo&#160;&#233;&#160;um livro escrito por Aldous Huxley e publicado em 1932 que narra um hipot&#233;tico futuro onde as pessoas s&#227;o pr&#233;-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais. A sociedade desse &#34;futuro&#34; criado por Huxley n&#227;o possui a &#233;tica religiosa e valores morais que regem a sociedade atual. Qualquer d&#250;vida e inseguran&#231;a dos cidad&#227;os era dissipada com o consumo da droga sem efeitos colaterais chamada &#34;soma&#34;. As crian&#231;as t&#234;m educa&#231;&#227;o sexual desde os mais tenros anos da vida. O conceito de fam&#237;lia tamb&#233;m n&#227;o existe. 

&#160;</description>
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			<title>1-2, teste, 1-2, testanto... som... som...testando</title>
			<link>http://amidiaeopoder.blog.terra.com.br/1_2_teste_1_2_testanto_som_som_testando</link>
			<pubDate>27.03.08</pubDate>
			
			<description>O retorno t&#225; meio ruim, d&#225; pra aumentar um pouquinho? </description>
			</item>
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